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sexta-feira, 4 de março de 2011

Criança segura no Carnaval


Hoje o Center Flat chama a atenção dos pais para curtir o Carnaval com a criançada sem riscos de acidentes.

Com as viagens e festas de rua elas ficam mais suscetíveis aos acidentes de trânsito e afogamentos. Portanto na estrada ou na cidade, os responsáveis devem estar atentos ao uso adequado do bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação. A obrigatoriedade não é limitada às estradas e abrange todo o território nacional.

Em algumas regiões, o Carnaval de rua é a opção predileta dos foliões. Mas os adultos devem redobrar a atenção para evitar que a criança se dirija sozinha para ruas abertas ao tráfego de automóveis. Entre os acidentes de trânsito, o atropelamento é a principal causa de morte de crianças até 14 anos, por isso todo cuidado é pouco.

A supervisão também é fundamental se o feriado incluir banho de mar ou de piscina. Os afogamentos representam a segunda maior causa de morte, entre os acidentes, de crianças até 14 anos. Além da supervisão durante a brincadeira na água, as crianças devem utilizar colete salva-vidas como item de segurança.

Com cuidados necessários a criançada estará protegida e poderá se divertir tranquilamente!

terça-feira, 1 de março de 2011

Casa segura

É hora de, finalmente, fechar as malas e relaxar em bons e merecidos dias de descanso fora de casa e da rotina. Antes de fechar a porta, no entanto, é importante conferir se foram tomados os cuidados necessários para que sua casa esteja arrumadinha e segura na sua ausência. Nada de surpresas ruins ao voltar do passeio!

 
Veja essas dicas importantes para seu lar se manter acolhedor e gostoso para a sua volta:

-Feche os registros de água e a válvula de gás da cozinha.

-Aplique inseticida na parte de trás de cômodas e armários.

-Se a viagem for durar mais que uma semana, esvazie a geladeira, desligue-a e abra as portas.

-Confira o prazo de validade dos alimentos. Os que estiverem para vencer devem ser consumidos rapidamente. Se não puder aproveitá-los, doe-os a uma instituição de caridade.

-Nos ambientes úmidos da casa, ponha uma vasilha com 1 litro de água e 3 colheres (sopa) de sal.

-Pague todas as contas que vencerão durante sua ausência.

-Cheque todas as trancas

Depois de tomar todas essas medidas, pode sair sem preocupações!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Cuidados para viajar de moto

Viajar de moto é uma das melhores e mais prazerosas sensações, segundo a maior parte dos motoqueiros. Mesmo trazendo sentimentos como o de liberdade e aventura, não se pode esquecer também, dos riscos deste veículo. Atenção e cuidados são indispensáveis 


Passos

-Embora pareça que não, viajar de moto desgasta, tanto física como mentalmente o motoqueiro. Ao escolher um destino, analise se está preparado;

- Assim como o carro, a moto requer um cuidado com a manutenção. Faça uma checagem geral nela antes de pegar estrada;

- Combustível: pelo fato do tanque da moto, normalmente, ser relativamente pequeno, um ponto a ser pensado é se no caminho há como abastecer para não ficar parado na estrada;

-Preze pelo conforto durante a viagem. Muita bagagem, roupas quentes ou frias de mais, calçados apertados, podem prejudicar ou até mesmo ser perigoso;

- Cuidado: pilotar durante longas horas ou sozinho por estradas desconhecidas não é aconselhável;

- É comum encarar, numa mesma viagem, sol, chuva, neblina etc. Se o clima for muito adverso, e prejudicar questões de extrema importância como, por exemplo, visibilidade, o que deve ser feito é esperar, em local seguro, que essa situação melhore;
 
- Deve-se ter um cuidado especial com o "garupa". Dependendo do peso ou pouco tempo de "estrada", ele pode dificultar na hora de fazer uma manobra brusca ou uma curva;

Importante

Cuidado nunca é demais, principalmente quando se está em cima da moto. Paisagens, acompanhantes de viagem, entre outros, podem acabar desviando a atenção do motoqueiro. Curta a viagem, mas com responsabilidade.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Cuidados com a bagagem

Nada mais chato do que ter problemas com bagagem após um longo (ou mesmo curto) vôo. Extravio temporário ou permanente, violação, roubo...quem passou por qualquer uma dessas situações sabe quanto aborrecimento pode causar. Para remediar toda essa dor de cabeça, Veja quais os cuidados devem ser tomados:

O básico
Seja extravio temporário, permanente, violação ou roubo, em todas as situações, procure o balcão da companhia aérea para fazer uma reclamação. O relatório que será preenchido é chamado pela maioria das empresas de RIB (Relatório de Irregularidade de Bagagem). Vale também fazer uma reclamação na ANAC (Agência Nacional de Ação Civil) e na Delegacia do Aeroporto.

Bagagem violada
Dirija-se ao balcão e só lá mexa em sua bagagem. O objetivo é evitar que a companhia aérea alegue que teve os bens retirados da bagagem pelo próprio passageiro.

Redução de peso ou volume da bagagem
Mesmo que não haja violação aparente, vá até o balcão da empresa para verificar se a bagagem contém o mesmo peso de quando foi despachada. Só depois disso, abra para verificar a subtração dos bens.

Perda temporária
Também é conhecida como extravio temporário. Preencha o RIB, você poderá usá-lo para requerer indenização por danos morais. Guarde todas as notas fiscais de produtos adquiridos para suprir a sua necessidade pessoal durante a viagem. Esses comprovantes são a prova para entrar com uma ação indenizatória contra a empresa.




Extravio
Preencha também o RIB e terá os mesmos direitos de quem perdeu temporariamente a bagagem.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Segurança na viagem

Para uma viagem tranqüila é preciso estar atento para não ser surpreendido em situações desagradáveis. Confira uma lista de cuidados antes de cair na estrada:

No carro:
Cheque as condições dos pneus (inclusive do estepe), dos freios e da bateria, além do nível do óleo e da água. Também veja se a documentação e o seguro não estão vencidos.


Documentos:
Carteira Nacional de Habilitação original, Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo original ou cópia autenticada pelo Detran, documentos próprios de trailers e carretas; carteirinha e telefone do seguro. Para qualquer país fora do Brasil é preciso ter em mãos o Seguro Internacional Contra Terceiros, conhecido como Carta Verde, um seguro que vale apenas no exterior e pode ter a validade apenas do tempo da viagem. Consulte sua corretora de seguros.

Outro país:
Para cruzar a fronteira brasileira, o carro deve estar em nome do motorista. Caso contrário, é preciso levar ao consulado do país a ser visitado uma autorização do proprietário (empresa, autolocadora, banco ou financeira, se estiver alienado), informando em papel timbrado dados do veículo (placa, modelo, chassi) e do condutor (nome, RG, CPF, endereço). Não se esqueça de reconhecer a firma em cartório. A Argentina, no entanto, exige ainda a presença no consulado do representante do proprietário para assinar a autorização. Cada consulado cobra uma taxa para autorizar a entrada no país - R$ 31, no Chile, R$ 153, no Paraguai, por exemplo.

CNH brasileira em outro país:
Normalmente as locadoras de automóveis e os guardas rodoviários de outros países costumam aceitá-la. Na dúvida, alguns passageiros preferem sair do país prevenidos, com a Carteira Internacional de Motorista, uma tradução da brasileira. Ela é emitida pelos Detrans de cada cidade. Em São Paulo (www.detran.sp.gov.br), custa R$ 174,35 e tem validade até o vencimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de quem a solicita. Basta levar uma cópia da CNH, preencher um formulário dado no guichê e pagar a taxa no banco.

Ferramentas essenciais:
Macaco; chave de roda; triângulo; chave reserva; lanterna para reparo noturnos; garrafa de água no caso de aquecimento do carro; 1 ou 2 litros de óleo sobressalentes para um vazamento inesperado; cabo auxiliar para puxar a carga de outro carro se a bateria pifar; selante de pneu, substância que protege o pneu contra furos, mas só permite rodar por cerca de 30 quilômetros e não serve para grandes furos ou pneus rasgados. Para viagens no exterior, é bom checar antes as regras de cada país. Na Argentina, o veículo precisa ter dois triângulos e o cambão.

Alerta:
Durante o dia, sob chuva forte, neblina ou cerração, a lei exige dirigir com o farol baixo acesso.

Dicas retiradas do site Abril.com

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Cuidados para não ser parado na Alfândega

Presentinhos inocentes que você acabou de empacotar para amigos podem se tornar uma dor de cabeça ao chegar na alfândega. Na hora de ir às compras é bom sempre ter em mente que existe um limite de valor para o que se trás de fora do país. As compras não podem exceder o valor de US$500.

E para aqueles que extravasaram nas compras e passaram o limite, devem responder ao formulário de declaração de Bagagem e pagar uma taxa de importação de 50% sobre o excedente da cota.
Abaixo segue algumas dicas do que não trazer na mala. Fique atento e boas compras!.

 
O que é proibido trazer do exterior para o Brasil
  • Cigarros e bebidas fabricados no Brasil, destinados à venda exclusivamente no exterior.
  • Cigarros de marca que não seja comercializada no país de origem.
  • Brinquedos, réplicas e simulacros de armas de fogo, que com estas se possam confundir, exceto se for para integrar coleção de usuário autorizado, nas condições fixadas pelo Comando do Exército Brasileiro
  • Espécies animais da fauna silvestre sem um parecer técnico e licença expedida pelo Ministério do Meio Ambiente
  • Quaisquer espécies aquáticas, em qualquer estágio de evolução, sem autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
  • Produtos assinalados com marcas falsificadas, alteradas ou imitadas, ou que apresentem falsa indicação de procedência
  • Mercadorias cuja produção tenha violado direito autoral ("pirateadas")
  • Produtos contendo organismos geneticamente modificados
  • Agrotóxicos, seus componentes e afins
  • Mercadoria atentatória à moral, aos bons costumes, à saúde ou à ordem pública
  • Substâncias entorpecentes ou drogas

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Cuidados com o bebê na praia!

Sem dúvida essa é a melhor época do ano para aproveitar o sol e o mar, mas existem alguns cuidados importantes para quem for levar seu bebê à praia. Por isso, cabe aos pais tomarem certas precauções para evitar problemas com os pequenos.
 
Num país tropical como o nosso é recomendável que as crianças usem roupas leves e confortáveis, de preferência as de algodão para que possam transpirar normalmente. Além de ingerir muito liquido para evitar uma desidratação. 
 
Os bebês não devem ser expostos ao sol mais de meia hora, principalmente nos horários entre 11h e 17h. É importante que os pais levem um guarda-sol ou procurem uma sombra para se acomodar. E os pequenos também não devem ficar expostos na areia sem roupa, por serem mais frágeis à infecções e micoses.




Veja o que fazer para proteger seu bebê: 

• Bolachas de água e sal, maisena ou leite, e biscoitos de polvilho: são comidinhas pouco enjoativas para matar aquela fome básica que a criança tem no meio da manhã ou da tarde.

• Balde, pás e brinquedos de areia: Para os bebês que já sentam, é um passatempo que nunca sai de moda.

• Chapéu ou boné: Indispensável para proteger a cabeça do bebê, mesmo que ele esteja debaixo do guarda-sol e com protetor  solar.

• Fraldas: Não dá para o bebê ficar muito tempo sem, já que a areia e a água podem irritar a delicada pele.

• Frutas: Saudáveis, matam a fome sem que você precise sair correndo na hora do lanche do bebê.

• Água, suco de frutas ou água de coco: É imprescindível que as crianças bebam líquidos para evitar a desidratação.

• Isopor ou sacola térmica: Servem não só para conservar a temperatura de bebidas e alimentos, mas evitam também que se deteriorem.

• Lenços umedecidos: Um grande aliado das mães nas trocas de fraldas, podem ser usados também para limpar mãos e pés sujos de areia.

• Filtro solar: Até debaixo do guarda-sol em um dia de mormaço o reflexo solar pode queimar o bebê. O fator de proteção solar deve ser de no mínimo 30, e o ideal é usar um tipo que não saia na água.

• Repelente: Dependendo do lugar para onde vai, o repelente pode ser fundamental para conter o "ataque" de insetos ao bebê. A única precaução é não aplicá-lo em crianças com menos de 6 meses, porque algumas substâncias químicas da fórmula podem provocar reações alérgicas na pele do bebê.

Desta forma seu bebê estará protegido e a diversão, garantida! Boas férias!

As dicas foram adaptadas do site Babycenter