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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Agenda completa para o final de semana

Pensando no que fazer no final de semana? O Center Flat traz a sugestão!

Sábado, dia 9, acontece mais uma edição do Clube do Samba. Desta vez, o evento será  na sede do Sindicato dos Bancários de Piracicaba, que fica na Rua do Rosário, 1007 – Centro, das 14 às 20 horas.

Neste 22º encontro, a apresentação deste mês terá a participação dos grupos Cochichando & Cia e Sambai.

Criado em 2001, o Cochichando & Cia traz um repertório genuinamente brasileiro, formado por Hermes Petrini (voz e violão), Marcelo Schimidt (cavaquinho e percussão), Eduardo Helene (flauta transversal e gaita) e China Bortolazzo (percussão). Em suas apresentações, o grupo explora o samba de raiz, sempre com muita criatividade e irreverência. 

Já, o grupo Sambai, constituído em 2006 por amigos e apreciadores de um bom samba, possui músicos que atuaram em outros grupos da cidade, como: Tô a Toa, Kiryê, Tirando uma Onda, Samba Lá Di Ksa, Amigos da Rua do Porto e Doce Viagem. 

Aproveite para dançar e se divertir com samba no pé!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Hoje é o dia do Samba!



"Não deixe o Samba morrer, não deixe o Samba acabar, o morro foi feito do Samba, de Samba pra gente sambar..."

Nesta data mais do que bem vinda em nosso país, olha só o que a cidade de Piracicaba preparou para os próximos dias:

O Grupo Corda Solta faz uma homenagem ao samba no SESC Piracicaba, nos dias 2 e 9 de dezembro, às 20h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

No repertório do grupo, nomes como Noel Rosa, Zé Kéti, Cartola, Paulinho da Viola, João Bosco, Djavan, Tom Jobim, Vinícius de Moraes e outros.

Este é apenas um dos grupos que andam alegrando a cidade, confira outros que marcam presença por aqui, uma bela dica para turistas e moradores de Piracicaba:

Resgate da cultura do Samba em Piracicaba


Num país como o nosso, repleto de cultura, cores e alegria, realmente é um dia que deve ser celebrado! Aqui em Piracicaba as coisas também não poderiam ser diferentes! Veja só as manifestações que acontecem acerca desta tradição musical, que desperta interesse e resgata as nossas raízes aqui na cidade:

O Projeto 14 Sambas: o trabalho começou em 2005, com a proposta de manter, divulgar e aproximar a tradição do samba, homenagear os grandes compositores e incentivar a projeção de novos nomes e compositores não inseridos na grande mídia.

Os 14 sambas selecionados são executados numa formação em roda, onde 14 músicas delimitam o tempo de duração da homenagem prestada. O Projeto abrange ainda outros eventos como forma de manifestação cultural, buscando as raízes da cidade de Piracicaba como centro das tradições populares, tão importantes na formação do cidadão.

Todo um conceito de comunidade é posto em prática com o convívio íntimo dos integrantes do projeto, mantido pela Comunidade Quilombola que tem o compromisso de educar socialmente através da arte. Saiba mais sobre o projeto clicando aqui.


Clube do Samba de Piracicaba: um grupo de amigos decidiu se reunir em 2009 com uma proposta muito parecida: resgatar as inúmeras manifestações e expressões da cultura popular relacionadas ao gênero Samba, em todas as suas variações. A última apresentação do Clube do Samba aconteceu em 16 de outubro na Rua do Porto e foi um sucesso!





Grupo Corda Solta : Formado em 2002, por estudantes e profissionais da área, o grupo piracicabano tem a intenção de resgatar as obras primas dos compositores brasileiros ao mostrar um trabalho que mistura entretenimento e cultura, através de uma performance acústica, instrumental e vocal.

Olha só quanta opção aqui em Piracicaba! Fica aí a dica pra quem gosta de música! Afinal, as antigas manifestações precisam ser relembradas ou aprendidas, para o bem da Cultura local e conhecimento das novas gerações.


Vou fechar este post com os dizeres do velho compositor da Mangueira, Nelson Sargento: “O Samba não é uma onda, não é um movimento, não é moda. O Samba é uma instituição. Por isso, apesar de todas as dificuldades que ele enfrenta para sobreviver, o Samba não passa. O Samba pode agonizar, mas não morre”.